O Que Timbaland, Rick Rubin e Black 21 Têm em Comum? Todos Estão Falando a Mesma Coisa Sobre IA e Música
- Black21.com.br
- Jun 22
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No passado, a guitarra desafinada foi o grito da rebeldia punk. Hoje, o novo "barulho" que está mexendo com a indústria musical vem do silício: a inteligência artificial. E é justamente isso que une três nomes de peso: Timbaland, Rick Rubin e a dupla brasileira Black 21.
Esses quatro produtores estão, cada um em sua linguagem, dizendo a mesma coisa: a IA não é o fim da música como conhecemos. Ela é o começo de uma nova era criativa.

Em entrevista à Rolling Stone, Rick Rubin comparou a IA à revolução do punk rock. Para ele, assim como os punks mostraram que não é preciso virtuose para fazer música, a IA está mostrando que ideias e atitude bastam para criar algo poderoso. "Você descreve o que quer, a IA faz o resto. É liberdade criativa pura."

Timbaland não só está usando a IA, ele está criando um novo gênero com ela: o A-Pop. Sua nova artista, TaTa, é uma cantora digital com voz, personalidade e curva de aprendizado própria. Ele deixa claro: "TaTa não é avatar, não é personagem. Ela é artista."
Ao lançar a plataforma Stage Zero, Timbaland não busca substituir artistas humanos, mas abrir espaço para novas formas de expressão digital com alma.

No Brasil, o grupo Black 21, formado por Mestre B (Nobru Black) e Saulo Catharino, lançou Isis, a primeira cantora de IA do país a assinar com um grupo musical. Diferente dos cases internacionais, Isis carrega a estética do R&B, o flow do rap e as raízes do samba-funk carioca. Tudo isso programado com redes neurais, visão computacional e direção artística de alto nível.
Para o Black 21, a IA é uma extensão da criação humana, não uma ameaça. É uma maneira de ampliar o som, potencializar talentos e colocar a cultura preta brasileira no centro da inovação global.
Rick Rubin quer que mais pessoas criem. Timbaland quer expandir o que consideramos "artista". O Black 21 quer provar que o Brasil também tá na frente desse jogo. Todos enxergam a IA como um novo instrumento criativo, e não um substituto.
A história está se escrevendo agora. E quem entender isso primeiro, não vai perder espaço. Vai liderar o novo som do mundo.
Quer ver como isso já está acontecendo no Brasil?
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